segunda-feira, 27 de agosto de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
Mensalão, a farsa e os farsantes
O julgamento do "mensalão": a farsa e os farsantes
Há quem diga ser uma farsa o julgamento do chamado "mensalão". Não, o julgamento não é uma farsa. É fruto de fatos. Ou era mesada, o tal "mensalão", ou era caixa dois; essa que (quase) todo mundo faz e usa. Mas não há como dizer que há uma farsa. E quem fez, que pague o que fez. A farsa existe, mas não está nestes fatos.
Farsa é, 14 anos depois, admitir a compra de votos para se provar a reeleição-Fernando Henrique Cardoso, mas dizer que não sabe quem comprou. Isso enquanto aponta o dedo e o verbo para as compras que agora estão em julgamento. A compra de votos existiu em 97. Mas não deu em CPI, não deu em nada.
Farsa é fazer de conta que em 1998 não existiram as fitas e os fatos da privatização da Telebras. É fazer de conta que a cúpula do governo de então não foi gravada em tramoias e conversas escandalosas num negócio de R$22 bilhões. Aquilo derrubou um pedaço do governo tucano. Mas não deu em CPI. Ninguém foi preso. Deu em nada.
Farsa é esquecer que nos anos PC Farias se falava em corrupção na casa do bilhão. Isso no governo Collor; eleito, nos lembremos, com decisivo apoio da chamada "grande mídia".
À época, a Polícia Federal indiciou mais de 400 empresas e 110 grandes empresários. A justiça e a mídia deixaram pra lá o inquérito de 100 mil páginas, com os corruptos e os corruptores. Tudo prescreveu. Fora PC Farias, ninguém pagou. Isso, aquilo, foi uma farsa.
Farsa foi, é, o silêncio estrondoso diante do livro "A Privataria Tucana'. Livro que, em 115 páginas de documentos de uma CPI e de investigação em paraísos fiscais, expõe bastidores da privatização da telefonia. Farsa é buscar desqualificar o autor e fazer de conta que os documentos não existem ou "são velhos". Como se novas fossem as denúncias agora repisadas nas manchetes na busca de condenações a qualquer custo.
Farsa é continuar se investigando os investigadores e se esquecer dos fatos que levaram à operação Satiagraha. Operação desmontada a partir de uma fita que não existiu. Fita fantasma que numa ponta tinha Demóstenes Torres e a turma do Cachoeira. E que, na outra ponta da conversa que ninguém ouviu, teve (ou melhor, teria tido) o ministro Gilmar Mendes.
Farsa é, anos depois de enterrada a Satiagraha, o silêncio em relação a 550 milhões de dólares. Sim, por não terem origem comprovada, US$ 500 milhões continuaram retidos pelos governos dos EUA e da Inglaterra. E o que se ouve, se lê ou se investiga ? Nada. Tudo segue enterrado. Em silêncio.
O julgamento do chamado "mensalão" não é uma farsa. Farsa é, isso sim, isolá-lo desses outros fatos todos e torná-lo único. Farsa é politizá-lo ainda mais. Farsesco é magnificá-lo, chamá-lo de "o maior julgamento na história do Brasil".
Farsa não porque esse não seja o maior julgamento da história. Farsa porque se esquecem de dizer que esse é o maior porque NÃO EXISTIRAM outros julgamentos na história do Brasil em relação a todos estes casos e tantos outros. Por isso, esse é o "maior".
Existiram, isso sempre e a cada escândalo, alianças ideológicas e empresariais na luta pelo poder. Farsa, porque ao final prevaleceu sempre, até que visse o "mensalão", o estrondoso silêncio cúmplice.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
302 Mil Fizeram Greve na Construção, Só no Primeiro Semestre
Na construção civil, 302 mil fizeram greve no primeiro semestre
Balanço da Fenatracop mostra que, em
agosto,51
mil decretaram paralisações e ainda estão em greve
São Paulo – A Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da
Construção Pesada (Fenatracop) divulgou hoje (23) balanço dando conta que
302.600 operários do setor de infraestrutura e da construção em geral estiveram
em greve no primeiro semestre do ano em 20 dos 27 estados brasileiros. Em
agosto, 51 mil decretaram paralisações e ainda estão em greve nas obras de
construção da Refinaria Abreu e Lima, e no Complexo Petroquímico de Suape, em
Pernambuco.
O presidente da entidade, Wilmar Gomes dos Santos, afirma que motivam esses
movimentos a fragilidade das relações do trabalho "justamente em um setor
que responde por 9,2% na composição do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o
IBGE". "Os trabalhadores estão expostos constantemente à precariedade
nos canteiros de obras, desigualdades salariais regionais e ausência de
perspectiva de melhores condições de vida", diz.
De acordo com o levantamento, as greves estão concentradas nas obras do
Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) – construção, montagem industrial e
óleo e gás, preponderantemente nas regiões Nordeste, Norte e Centro Oeste.
As paralisações ocorrem onde os salários, o pacote de benefícios e as
condições de trabalho são os piores. Os pisos salariais do Norte, Nordeste
e no Centro-Oeste são perto de 30% menores que os do Centro Sul, assim
como as médias dos demais salários e benefícios.
Segundo a Fenatracop, os movimentos mais expressivos ocorreram nas obras das
usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira,
em Rondônia, tendo como consequência incêndio nos alojamentos e
até prisões de funcionários. Os acontecimentos levarão o consórcio Energia
Sustentável do Brasil (ESBR) a ser convocada a prestar depoimento aos deputados
na CPI do Tráfico de Pessoas.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
O Movimento de Lutas Populares, Contribui com a Luta dos Trabalhadores de SUAPE
Rádio Jornal
Saiba quem está por trás da mobilização que paralisou as obras da Refinaria Suape
Do Redator de Plantão
Atualizada às 10h43
A crise não é recente – no ano passado, a campanha salarial também teve confusão e clima tenso. Um operário chegou a ser baleado no rosto e outros trabalhadores dizem ter sido ameaçados de morte. Este ano, quatro ônibus do transporte de funcionários foram incendiados durante os protestos.
A paralisação das atividades no Complexo Industrial de Suape, no Cabo de Santo Agostinho, Grande Recife, teve início no dia 1º de agosto. Parte dos operários da construção pesada não aceita o acordo firmado entre o Sindicato Sintepav e o patronato.
O movimento de lutas populares faz duras criticas a atuação da entidade que é vinculada a força sindical. O coordenador geral do MLP, Antônio Ramos, afirma que a base não quer mais ser representada pelo Sintepav:
A justiça decretou a ilegalidade do protesto e autorizou o desconto dos dias parados nos salários. O Sintepav negociou um acordo com o patronato e parte da punição seria aplicada no ato da rescisão de contrato.
Os mais de 50 mil trabalhadores não retornaram ao batente – o que deve se repetir nesta segunda-feira (20). Enquanto isso, os prejuízos com a greve na Refinaria e na Petroquímica Suape ultrapassam os R$ 50 milhões. O secretário das relações de trabalho do ministério já está em Pernambuco para negociar um acordo.
Procurado pela reportagem, o Sintepav diz não ter participado neste domingo (19) de qualquer encontro com Manoel Messias. O representante do governo federal promete ouvir todas as partes envolvidas no impasse em Suape. Antônio Ramos, coordenador do movimento de lutas populares, defende a convocação da federação nacional da construção pesada:

A repórter Karoline Fernandes, da Rádio JC/CBN, esteve, na manhã desta segunda-feira (20), na Refinaria Suape, no Cabo, onde conversou com os trabalhadores, que iniciaram a semana com cartas de demissão nas mão e nenhuma intenção de trabalho sem resolução dos problemas trabalhistas que vem sendo enfrenteados.
Atualizada às 10h43
A crise não é recente – no ano passado, a campanha salarial também teve confusão e clima tenso. Um operário chegou a ser baleado no rosto e outros trabalhadores dizem ter sido ameaçados de morte. Este ano, quatro ônibus do transporte de funcionários foram incendiados durante os protestos.
A paralisação das atividades no Complexo Industrial de Suape, no Cabo de Santo Agostinho, Grande Recife, teve início no dia 1º de agosto. Parte dos operários da construção pesada não aceita o acordo firmado entre o Sindicato Sintepav e o patronato.
O movimento de lutas populares faz duras criticas a atuação da entidade que é vinculada a força sindical. O coordenador geral do MLP, Antônio Ramos, afirma que a base não quer mais ser representada pelo Sintepav:
A justiça decretou a ilegalidade do protesto e autorizou o desconto dos dias parados nos salários. O Sintepav negociou um acordo com o patronato e parte da punição seria aplicada no ato da rescisão de contrato.
Os mais de 50 mil trabalhadores não retornaram ao batente – o que deve se repetir nesta segunda-feira (20). Enquanto isso, os prejuízos com a greve na Refinaria e na Petroquímica Suape ultrapassam os R$ 50 milhões. O secretário das relações de trabalho do ministério já está em Pernambuco para negociar um acordo.
Procurado pela reportagem, o Sintepav diz não ter participado neste domingo (19) de qualquer encontro com Manoel Messias. O representante do governo federal promete ouvir todas as partes envolvidas no impasse em Suape. Antônio Ramos, coordenador do movimento de lutas populares, defende a convocação da federação nacional da construção pesada:
A repórter Karoline Fernandes, da Rádio JC/CBN, esteve, na manhã desta segunda-feira (20), na Refinaria Suape, no Cabo, onde conversou com os trabalhadores, que iniciaram a semana com cartas de demissão nas mão e nenhuma intenção de trabalho sem resolução dos problemas trabalhistas que vem sendo enfrenteados.
Demissão em Massa em SUAPE
Confusão em Suape
Funcionários de Suape demitidos por justa causa
A empresa alegou que os trabalhadores deveriam ter voltado ao trabalho na semana passada, mas, como não voltaram, estavam demitidos
Trabalhadores mostram a carta de demissão entregue pelo Consórcio Ipojuca
Foto: Adriana Guarda/JC
O clima de indignação e
revolta volta a tomar conta de parte dos funcionários do Complexo de
Suape. Uma parte dos trabalhadores do Consórcio Ipojuca Interligações,
ao chegar para trabalhar, na manhã desta segunda-feira (20), foram
informados que estavam demitidos por justa causa. A empresa alegou que
os trabalhadores deveriam ter voltado ao trabalho na semana passada,
mas, como não voltaram, estavam demitidos.
A notícia da demissão revoltou quem
estava em Suape. Os trabalhadores alegam que não compareceram ao
trabalho na semana passada porque a própria empresa não disponibilizou
ônibus para o deslocamento até o trabalho.
Com a notícia da demissão, muitos
trabalhadores passaram mal. Alguns chegaram a desmaiar. Apesar do clima
tenso, não houve registro de confusão, pelo menos por enquanto. A
Petrobras colocou pelo menos 20 seguranças no Consórcio, para evitar
confusões.
O Consórcio Ipojuca Interligações é o segundo maior do Complexo de Suape.
Fonte: JC
sábado, 18 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Greve de SUAPE: Governo Federal vai Entrar na Negociação
Greve
Governo federal vai entrar em cena para apaziguar negociações em Suape
A comissão tripartite com Gilberto Carvalho foi formada em março de 2011
para resolver os problemas nas obras do PAC
O secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, convocou para logo mais às 9h, em Brasília, uma reunião tripartite envolvendo a União, as empresas e as centrais sindicais.
| Os trabalhadores estão de braços cruzados há 17 dias e só aceitam voltar retomar as atividades depois que patrões abonarem 100% dos dias parados |
Segundo a advogada do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon), Margareth Rubem, as empresas esgotaram todas as possibilidades de negociação. “Fizemos um acordo para abonar 70% dos dias parados, sem desconto da PLR (participação nos lucros e resultados) e da cesta básica, mesmo assim eles não retornaram”, diz Margareth. A greve foi julgada ilegal pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e também ocorreram tentativas de conciliação por parte do Ministério Público do Trabalho (MPT-PE).
| A comissão tripartite com Gilberto Carvalho foi formada em março de 2011 para resolver os problemas nas obras do PAC |
Ontem, os operários decidiram paralisar novamente as operações em protesto contra o abono de apenas 70% dos dias parados. Para eles, o abono deve ser de 100% e propõem trabalhar um sábado para adiantar os serviços que ficaram suspensos desde o início do mês, proposta que foi entregue à classe patronal. A categoria deve voltar aos seus postos nesta sexta-feira (17), continuando, porém, com a operação “braços cruzados”. “A operação vai continuar, mas pode ser cancelada a qualquer momento”, afirma Luís Henrique Vinagre, soldador e representante da comissão formada para negociar o fim da greve.
De acordo com Amarildo Lima, mecânico montador e também representante da comissão de negociação, os trabalhadores não aceitaram a proposta que daria abono de 100% para os funcionários que permanecerem nas empresas até dezembro de 2012. “Nesse caso, quem fosse demitido antes teria 32 horas descontadas. Como a rotatividade é grande nos canteiros, as pessoas querem abono para todos”, explicou. Segundo ele, os funcionários não questionam mais o acordo coletivo que determina reajuste de 10,5%, mais vale-alimentação de R$ 260 e equiparação salarial entre funcionários de empresas diferentes que realizam as mesmas funções.
Na manhã de ontem, o clima de tensão causado pela operação “braços cruzados” foi agravado por boatos de que uma bomba caseira teria sido colocada num ônibus da Alusa Engenharia. Outra informação relatava que um dos vestiários do canteiro de obras da refinaria foi incendiado. A Polícia Militar teria sido chamada para controlar possíveis tumultos. Os trabalhadores também reclamam das possíveis demissões que teriam acontecendo no início do expediente.
Fonte: DP
OPINIÃO DESTE BLOG: sigaesquerda.blogspot.com
O Governo Federal vai Entrar nas Negociações Afim de Apaziguar os Animos em SUAPE.
As negociações serão conduzidas pela Comissão Tripartite, criada em 2011, para resolver problemas nas obras do PAC. A exemplo de Gira e Suape, onde os conflitos acontecem inevitavelmente devido aos altos indíces de contradições entre o capital e trabalho.
O Secretário Geral da Presidencia, Gilberto Carvalho irá se reunir logo mais às 9h. Com as Centrais Sindicais e representantes dos trabalhadores e patronalafim de resolver o problema. A Greve de Suape já dura 17 dias e continua sem avanços. Acredito que dessa vez com a colaboração do Sec. Geral da Presidencia, as coisas irão caminhar pois, Gilberto Carvalho tem a confiança não só da Presidência da República mas também da representação dos trabalhadores.
Aguardamos esperançosos pelo sucesso dessa negociação,
Movimento de Lutas Populares - MLP
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Trabalhadores de SUAPE recusam Proposta do Sintepav PE e Patrões
Mais uma vez os
trabalhadores de Suape dizem não a proposta do Sintepav PE e Patrões.
Após reunião ontem à tarde ( 16/8 ) com o Sindicato
patronal o SINICON, os representantes do Sindicato dos Trabalhadores da
Construção Pesada – Sintepav – PE, chegaram com uma proposta que desagradou a
maioria dos trabalhadores. O
acordo fechado entre o Sintepav e os patrões e sem a participação e consulta
dos trabalhadores, previa o abono de 70% dos dias parados, dois dias serão
compensados no próximo sábado, com oito horas de trabalho e as 32 horas
restantes serão descontadas na rescisão para os operários que forem demitidos
até 31 de dezembro deste ano.
Além de não
contemplar a categoria que mais uma
vez dizem não, a proposta dos Patrões, os operários contestam a forma como esta
sendo conduzido todo o processo, onde eles não são consultados, pois não existe
assembléia para debater as propostas relacionadas e muito menos para sugerir novas
propostas como é comum acontecer em qualquer assembléia de qualquer categoria.
Os trabalhadores ficam sabendo dos acordos através de panfletos mal redigidos e
entregues por pessoas pagas e estranhas a categoria e com a presença de
viaturas de polícia, como se fossem marginais.
Operários só Querem Respeito e
Dignidade para Trabalhar
Diante de tanta falta de compromisso e omissão,
promovido pela diretoria do sindicato e pelos patrões, os trabalhadores sofrem,
pois não conseguem ter uma campanha salarial decente e são obrigados a cruzar
os braços e lutar por seus direitos e assim mesmo são acusados pelos “representantes”
do sindicato que deveriam os defender contra tudo e contra todos, de marginais.
Esquecem a pauta de reivindicação dos trabalhadores, para passar a atender a
vontade dos patrões e chegam ao ponto de defender que os operários trabalhem
alguns dias, desconto de parte dos dias
trabalhados, além de desconto no ato da rescisão, uma vergonha sem
tamanho.
Tudo isso junto com a ameaça constante
das demissões em massa, que vem tirando o sono dos milhares de trabalhadores
que contribuem diretamente no crescimento de nosso estado e influenciam a nossa
economia, pois a construção civil e pesada estão entre os principais ramos que
alavancam o estado de Pernambuco.
Esperamos portanto, que esses
verdadeiros heróis, capazes de transformar locais desertos e áreas onde antes
eram canaviais, em progresso para o nosso estado e riquezas para o nosso país,
não sejam esquecidos em mais uma rodada de negociação que mais parecem um
balcão de negócios e de toma lá, dá cá.
Talvez a saída seja mais uma vez,
convocar os representantes da Federação dos Trabalhadores da Construção Pesada
– FENATRACOP, para participar das rodadas de negociação, como ocorreu no início
do ano passado, logo após a Diretoria do Sintepav PE, ter perdido o controle da
assembléia no portão 2 da Refinaria Abreu e Lima e disparado vários tiros
contra os trabalhadores, ferindo o operário Tiago Ramos no rosto.
Foi o momento onde a categoria
recebeu o melhor reajuste de sua história, dobrou o valor da cesta básica de R$
80 para R$ 160 e 100% aos sábados e 11% na data base. Cabe agora, aos
responsáveis do Ministério do trabalho e Ministério Público do Trabalho se
posicionar a respeito do assunto, pois não devemos esperar que centenas de
trabalhadores percam seus empregos ou mesmo se machuquem, ou até mesmo algo
mais sério nos enfrentamentos promovidos dentro das obras com a polícia.
O Momento é de Reflexão e de
Decisões Acertadas!
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
15º Dia de Greve na PetroquÍmica e Refinaria de SUAPE
Greve em Suape chega ao 15º dia sem avanços nas negociações
Embora as empresas tenham garantido o pagamento da quinzenaa parte dos operários nesta quarta-feira (15), não houve avanços com relação ao abono de 100% dos dias parados
| Funcionários são contra o acordo que garante reajuste de 10,5%, vale-alimentação de R$ 260 e equiparação salarial |
A informação da manutenção do movimento foi repassada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada em Pernambuco (Sintepav-PE), que recentemente mudou o discurso e passou a endurecer na negociação com as empresas. A reportagem do Diario não conseguiu falar com o presidente da entidade, Aldo Amaral, mas a sua assessoria comunicou o encontro que havia sido marcado para o fim do dia, na terça-feira (14), acabou sendo cancelado.
Na semana passada, o Sintepav-PE foi acusado pelos trabalhadores de estar "do lado" das empresas. Membros do sindicato chegaram a ser apedrejados. Na última segunda (13), a entidade mudou o discurso e passou a endurecer a negociação. Panfletos foram distribuídos no canteiro de obras, orientando os trabalhadores a baterem o ponto e cruzarem os braços. Vale lembrar que a greve foi julgada ilegal pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 6ª Região, no dia 7 deste mês.
Histórico
O movimento grevista nos canteiros de obras da Refinaria Abreu e Lima e da PetroquímicaSuape começou oficialmente no último dia 1º de agosto, pela discordância em relação ao acordo coletivo aprovado em assembleia no dia 27 de julho. Neste acordo, ficou estabelecido reajuste de 10,5%, vale-alimentação de R$ 260 e equiparação salarial entre funcionários de mesma função trabalhando em empresas diferentes, entre outros pontos negociados.
Pelo acordo, algumas funções receberiam até 40% de reajuste (devido à equiparação salarial). Mesmo com a aprovação em assembleia, um grupo de trabalhadores insatisfeitos mobilizou através de panfletos anônimos a greve, que culminou num conflito violento (com incêndio de quatro ônibus e apedrejamento do carro do Sintepav) no dia 8 de agosto. A polícia usou balas de borracha e bombas de efeito moral para conter o protesto.
Após o incidente, o Sinicon, o Sintepav e presidente da Força Sindical, Miguel Torres, juntamente com um representante da Petrobras, pediram ao governo do estado que garantisse maior policiamento ao complexo.
Fonte: DP
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Aniversário de 86 anos do Comandantíssimo Fídel Castro
SERENATA DA FIDELIDADE NO ANIVERSÁRIO
DE FIDEL
“ IRMÃO DA HUMANIDADE”
Aconteceu de ontem ( 12 /8 ) para hoje 13, no Teatro Karl Marx em Havana, a Serenata da Fidelidade em homenagem ao 86º Aniversário do Comandantíssimo Fidel Castro Ruiz. Vários artistas participam das comemorações ao líder da Revolução cubana. O evento e organizado pela Fundación Guayasamín, participam artistas de vários paises como: Argentina, Bulgaria, Chile, Equador, Paraguay, Perú, Uruguay, Venezuela e Cuba, todos convocado teleSUR, Maylín Alonso, dijo que esta es la cuarta oportunidad que la Fundación Guayasamín organiza las celebraciones por el aniversario del líder de la Revolución cubana, Fidel Castro. São os músicos Daniel Viglietti, de Uruguay; Liliana Herrero y Raly Barrionuevo, de Argentina; Ricardo Flecha, de Paraguay; Francisco Villa, de Chile; Marisela Pérez Silva, de Perú y Omara Portuondo, Raúl Torres y el dúo Buena Fe, de Cuba.
O Cantor Uruguaio, Daniel Viglietti, destacou que para todos os músicos que realizaram essa serenata o dia 13 de agosto tem um significado muito especial por estarem homenageando “um homem que dedicou a sua vida a um povo, e a uma revolução”.
VIVA FÍDEL E A REVULUÇÃO CUBANA!
86 ANOS A SERVIÇO DA HUMANIDADE!
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